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Tinta térmica: saiba as vantagens da tecnologia da NASA que conquistou a construção civil

O que é

A tinta térmica é um produto revolucionário que protege sua casa dos raios UV, além de ser uma opção econômica e sustentável.

Trata-se de um produto que reduz o calor através da reflexão dos raios solares, por esse motivo vem sendo bastante utilizado nas construções civis, sobretudo nas superfícies externas, sendo indicado para a pintura de telhas, telhados e paredes.

A solução ainda proporciona isolamento térmico e impermeabilizante sem que seja necessário o uso de outros materiais que podem deixar a cobertura da edificação mais pesada. Ele também é indicado como tinta protetora para contêinerssilos e instalações industriais no geral pelo seu alto grau de eficiência que foi comprovado cientificamente.

Primeiramente, a tecnologia foi desenvolvida pela NASA com o objetivo de proteger as espaçonaves de superaquecimento. Com eficácia comprovada a ideia então se tornou uma opção para outras áreas, como a construção civil e áreas industriais. Hoje seu uso é comum em diversos países, em Nova York nos Estados Unidos, por exemplo, o programa Cool Roof (Telhados Frios) faz parte de um conjunto de medidas tomadas pelo governo com o intuito de reduzir em pelo menos 30% a emissão de gases causadores do efeito estufa. A finalidade do programa foi de reduzir o consumo de energia dos moradores, visto que, a temperatura no interior de um edifício pode cair em 30% com a ação da tinta térmica diminuindo os gastos com ar condicionado. Atualmente, o programa já ultrapassa mais 260mil m² de telhados pintados com a tinta térmica.

Com a tecnologia avançando cada vez mais, as indústrias deste segmento estão investindo forte em laboratórios modernos e novos produtos que ofereçam benefícios que vão muito além da estética. Diante desse progresso, a tinta térmica vem sendo cada vez mais utilizada em projetos de arquitetura sustentável para reduzir o consumo de energia elétrica.

Vantagens

São diversas as vantagens que a tinta térmica pode nos proporcionar e o principal benefício de seu uso é deter a entrada de calor dos raios solares. Os telhados e telhas revestidos com o material podem reduzir até 60% o consumo de energia elétrica utilizada para refrigerar casas, prédios, indústrias e estabelecimentos comerciais. Ou seja, ambientes fechados comuns das cidades, mas que, com a pintura, não precisam contar com sistemas de climatização.

Além de economizar no consumo de energia elétrica, essa pintura reduz o impacto da radiação solar. Isso porque, ao diminuir o uso do ar-condicionado nós também reduzimos a emissão de gás carbônico na atmosfera, sendo uma grande aliada para redução dos gases do efeito estufa e do aquecimento global.

Geralmente, a tinta térmica é uma solução com custo mais baixo que outras opções, como o poliuretano (material derivado do petróleo). Os gastos de manutenção também são menores, já que a tinta evita a dilatação pelo calor. Outro ponto vantajoso é o seu alto rendimento e aplicação, que pode ser feito em estruturas que aquecem até 200ºC, com demãos de 0,5mm. Além de que, os equipamentos não precisam ser desligados para aplicação do produto se estiverem com temperatura de 80ºC. A tinta térmica tem vida útil maior que os demais métodos de isolamento térmico, podendo durar até 5 anos sem perder a qualidade, reduzindo consideravelmente os custos com manutenção.

Aplicação

Existem tipos diferentes de superfície em que o produto pode ser aplicado. Mas antes precisamos entender a diferença entre a tinta comum e a tinta térmica.

A tinta comum contem componentes como solvente, resina e pigmentos, e tem função estética. Já a tinta térmica tem composição diferente pois sua formula é a base água e com microesferas nanométricas de cerâmicas ocas, que impedem a entrada e saída do calor, refletindo os raios solares. Por ter uma função especifica, essa tinta é predominantemente branca.

Aplicação em parede

A aplicação em paredes pode ser tanto nas áreas internas como externas. A tinta térmica aplicada nessa superfície dificulta a entrada do calor. Excelente investimentos para hospitais, industrias e locais de trabalho com alto fluxo de pessoas. Cidades mais quentes e litorâneas também podem se beneficiar com o produto, já que a temperatura costuma ser mais alta nessas regiões. O uso em edifícios residenciais e comerciais tem grande probabilidade de gerar economia para os usuários.

Aplicação em telhado

A aplicação em telhados é ainda mais eficiente, afinal é onde há maior incidência e intensidade de raios UV. O produto também protege a construção das chuvas e pode ser usado em telhas de fibrocimento, metálica e cerâmica.

Sua aplicação é simples e rápida, você pode utilizar rolo, pincel, pistola de pintura ou maquinas de tinta airless.

Conseguir um bom conforto térmico sem precisar gastar energia elétrica não precisa ser um desafio. A tinta térmica Nanothermic 1 da Nanotech do Brasil foi desenvolvida especialmente para atender essa necessidade de maneira eficaz e sustentável. Fabricada com mesma tecnologia utilizada pela NASA para evitar o superaquecimento das espaçonaves, o Nanothermic 1 tem ação refletiva aos raios solares reduzindo a temperatura do substrato em até 50%. Sem permitir a penetração dos raios solares, respectivamente, a temperatura interna do ambiente também diminui, podendo chegar até 35%. É um produto com excelente rendimento e alta durabilidade – em média de até 20 anos – o que proporciona segurança para a vida útil do substrato aplicado, sendo indicado para áreas que ficam expostas aos raios solares como, residências, outdoors, indústrias, hospitais, containers, datas centers e afins. Sua aplicação também é simples e rápida. Visando sempre sustentabilidade, a cada 100m² pintados com Nanothermic 1, você deixa de emitir 10 toneladas de CO2. Uma tinta inovadora com fórmula a base de água e sem componentes agressivos para o meio ambiente.

O uso da tinta térmica acontece em um momento importante para o futuro sustentável do nosso planeta, uma vez que, a concentração de gases que causam o efeito estufa e contribui para o aquecimento global podem ser minimizadas com o uso dessa tecnologia inovadora.

COP 27: A Conferência sobre as Mudanças Climáticas

A 27ª sessão da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (UNFCCC) Conferência das Partes (COP), foi realizada no início de novembro deste ano em Sharm El Sheikh, no Egito. A COP 27 é o um dos eventos mais importantes para tratar o tema das mudanças climáticas. A Conferência une líderes mundiais para firmar compromissos, metas e acordos para a redução da emissão de gases do efeito estufa.

A conferência representa uma oportunidade para que os países africanos transmitam sua principal mensagem: são as nações mais pobres que sofrem as consequências de mudanças climáticas, apesar de sua contribuição limitada para as emissões globais. Todos os eventos catastróficos que aconteceram no mundo nos últimos anos é consequência do aquecimento global: as inundações no Paquistão este ano tiveram mais de 1.000 mortes registradas; as ondas de calor afetaram a América Latina e a Índia, que enfrentou uma das maiores secas já registradas no país, e acabou com diversas plantações, sem contar as ilhas que estão desaparecendo aos poucos com aumento do nível dos oceanos. Para os especialistas da área não há dúvidas de que a ação do homem, com os grandes índices de emissão de gases que provocam o efeito estufa, está ligado às transformações do clima.

A Cúpula do Clima, como é chamado o corpo de dirigentes que compõe a convenção, terminou com acordos fundamentais para o controle do aquecimento global, mas também contou com alguns obstáculos não resolvidos de convenções passadas.

Foram dias intensos de negociação para chegar a um acordo sobre a criação de um recurso financeiro para compensar os países mais pobres por “perdas e danos” causados pelas mudanças climáticas induzidas, visto que tradicionalmente, os países do G20 têm emitido a maior parte dos gases que causam o efeito estufa, agravando a crise do clima no planeta. O efeito de todo excesso de emissão de gases tóxicos na atmosfera, impacta diretamente os países em desenvolvimento que não possuem recursos suficientes para arcar com as consequências negativas que surgem com a mudança do clima.

São consequências severas que incluem incêndios nas matas, o aumento do nível dos mares, prolongadas ondas de calor, poluição dos oceanos, espécies em extinção e etc. A lista é grande e os países do continente africano são os mais impactados: “Eles teriam que gastar cinco vezes mais para se adaptar à crise climática do que investem em cuidados com a saúde. Os países do G20, enquanto isso, representam cerca de 75% das emissões de gases que causam o efeito estufa. Já o Paquistão registrou 30 bilhões de dólares em prejuízos em cheias graves. A nação asiática gera menos de 1% das emissões globais.”

Segundo o que indica o Relatório Lacuna de Adaptação 2022, são necessários 30 bilhões de dólares por ano até 2030 para as demandas de perdas e danos sofridas pelos países mais pobres. Esse valor será instrumento para Proteção Social, Contingencia Financeira, Seguro Contra Risco de Catástrofe, oferecendo pagamentos imediatos para enfrentamento de crises e acidentes naturais.

Brasil na COP 27

cop 27A importância da floresta amazônica foi um dos grandes temas do Brasil durante a COP27. O aumento exponencial do desmatamento representa uma grave ameaça para as florestas da bacia amazônica e também para o cumprimento dos compromissos assumidos internacionalmente pelo Brasil no combate às mudanças climáticas, afetando a economia e o planeta.

Um painel mediado pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), com a participação de governadores de estados da região amazônica, debateu justamente as estratégias para o financiamento internacional no combate às mudanças climáticas na floresta. Seu objetivo principal foi mostrar ao mundo a importância do combate ao desmatamento e apresentar as iniciativas que visam o desenvolvimento da região, ligado à preservação de seus recursos e comunidades.

Outra ação apresentada foi o AdaptaBrasil, um sistema de informações e análises sobre Impactos das Mudanças Climáticas. Criado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações e desenvolvido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), para integrar dados de risco em relação às mudanças climáticas, fornecendo insumos para que as autoridades habilitadas tomem suas medidas de adaptação. Com cobertura nacional, ele compila informações dos municípios brasileiros, permitindo que seus gestores urbanos monitorem cenários nos cinco setores estratégicos que o sistema destaca: Recursos Hídricos; Segurança Alimentar; Segurança Energética; Saúde e Infraestrutura Portuária.

A plataforma permite também o engajamento da sociedade civil e a orientação de investimentos a setores públicos e privados. Para empresas, está disponível a inclusão de seus inventários no Sistema de Registro Nacional de Emissões (SIRENE), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, que é a mais importante referência de informações oficiais do Inventário Nacional de Gases de Efeito Estufa e outros dados, como os cenários de baixo carbono.

 

 

O que é eficiência energética?

Desde a descoberta da eletricidade na Grécia Antiga, quando acidentalmente Tales de Mileto esfregou um âmbar num pedaço de pele em seu corpo, deu-se início a trajetória de uma das fontes de energia mais indispensável de todos os tempos. De lá pra cá muita coisa aconteceu e nos tempos atuais um dos debates mais necessários é sobre as fontes de energia sustentável em nosso planeta, uma preocupação crescente e sempre atual sobre a preservação dos nossos recursos naturais.

Sabemos que atualmente as fontes de energia estão se renovando e cada vez mais estudos avançam e apresentam fontes de energia limpa para que recursos nunca faltem. Uma das alternativas é otimizar as fontes de energia que temos disponível. De que forma? Através da eficiência energética.

Afinal, o que é eficiência energética e quais seus benefícios?

A eficiência energética consiste em alternativas criadas para otimizar o uso das fontes de energia, diminuindo os impactos ao meio ambiente e os custos financeiros. É o tópico principal da política energética sustentável criada para integrar produção e consumo em favor do desenvolvimento sustentável. No caso da geração e consumo de energia, a definição não é diferente: produzir a mesma quantidade de energia com menor uso de recursos naturais ou, do lado da demanda, consumir menos sem afetar os resultados. Para isso, é necessário investir em processos e produtos energeticamente eficientes. Isso pode ocorrer na indústria, no campo, em serviços públicos ou, até mesmo, na sua casa.

No Brasil

Foi criado o Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE), que consiste em promover o uso eficiente de energia elétrica, coordenado pelo Inmetro. O programa fornece informações sobre a eficiência energética dos equipamentos e também estimula a fabricação de produtos cada vez mais eficientes.

Especificamente para eletricidade, existe o Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica, o Procel. Coordenado pela Eletrobras, o programa tem como seu principal símbolo o Selo Procel. Esse selo indica ao consumidor os produtos que apresentam os melhores níveis de eficiência energética dentro da sua categoria (ventiladores de teto, lavadoras automáticas, geladeiras). Nesse contexto, o Procel promove ações de eficiência energética em diversos segmentos da economia, que ajudam o país a economizar energia elétrica e que geram benefícios para toda a sociedade. Dessa forma, o consumidor saberá que o produto consome menos energia que outro equivalente sem o selo, proporcionando economia na conta de eletricidade e acarretando menos impactos no meio ambiente.

Sendo assim, com pequenas mudanças de habito nós podemos fazer a diferença utilizando menos energia de forma consciente e evitando desperdícios.

Veja algumas dicas que podem ser aplicadas no seu cotidiano:

  • Aproveite a luz do sol, evite ascender lâmpadas durante o dia;
  • Evite deixar TVs e computadores ligados quando não estão sendo utilizados;
  • Ao comprar novos equipamentos opte por aqueles com selo Procel.

Usar bem a energia de forma inteligente de gerir as demandas e melhorar a produtividade, tanto no contexto ambiental como no econômico. Dentre inúmeros benefícios da eficiência energética podemos citar:

  1.  Menor impacto ambiental: menor utilização de combustíveis fosseis e menor necessidade de novas hidrelétricas e usinas, além da redução das emissões de gases do efeito estufa.
  2. Economia de recursos: o aumento da eficiência reduz o custo e possibilita maior economia.
  3. Estimular a economia local: economizar dinheiro com conta de luz possibilita o uso do dinheiro extra nos comércios locais, podendo contribuir para abertura de novos empregos.

Cada um de nós pode contribuir para o uso mais eficiente da energia, tanto no meio institucional – implantando recursos tecnológicos eficientes e tomando medidas de avaliação e incentivos, como também no pessoal/comportamental – propagando informações sobre o uso racional da energia, melhorando velhos hábitos, buscando por equipamentos mais eficientes e cobrando das autoridades responsáveis planos efetivos para o uso sustentável de nossos recursos naturais.

Sempre visando a sustentabilidade, ciência e tecnologia, a Nanotech do Brasil investe constantemente em maquinários e equipamentos de última geração com coeficiente de eficiência energética, matéria prima de qualidade e em estudos e ensaios que comprovam a qualidade e eficácia dos nossos produtos.

Construção Verde: veja os edificios mais sustentáveis do Brasil

O mercado da construção civil é um dos setores de maior desenvolvimento econômico do país, e quem vem avançando consideravelmente junto com ele é a indústria da construção verde. As construções verdes são planejadas e adaptadas para não agredir o meio ambiente por meio da aplicação de processos responsáveis e eficientes, tanto durante a construção como ao longo de toda vida útil do edifício.

A construção civil e a arquitetura nos últimos anos vêm seguindo o caminho das boas práticas ambientais, adotando métodos de menor impacto ambiental motivados pela crise climática e pelo colapso do meio ambiente, afim de promover saúde e bem-estar à comunidade com aumento de áreas verdes e a diminuição das temperaturas no interior dos edificios.

O órgão que avalia os indicadores de sustentabilidade de uma construção é o Green Building Council, uma organização mundial que orienta o mercado da construção civil, recentemente fizemos uma matéria sobre os indicadores de sustentabilidade, aqui no blog da Nanotech. Esse Conselho de Construções Verdes, certifica a excelência e qualidade ambiental de cada obra através de um certificado, o LEED. A certificação LEED é um sistema que avalia aspectos da obra como a eficiência do uso de água e energia, espaços verdes, qualidade do ar interno e outros quesitos relevantes dentro da construção verde. Para receber o selo, o edifício precisa atingir uma quantidade mínima de pontos. Esse titulo é reconhecido internacionalmente e tem grande importância na indústria, visto que cada vez mais incorporadoras e construtoras estão adotando o Green Building em seus projetos. Para Franscisco Antunes de Vasconcellos Neto, vice-presidente de Desenvolvimento da Sinduscon SP, as certificações fortaleceram o setor – “É essencial buscar essas certificações porque os recursos dos fundos mundiais estão atrelados às metas das emissões de carbono. No Brasil, as linhas de crédito de alguns bancos têm condições melhores para empresas de baixo impacto ambiental. E esse é um caminho sem volta”.

Estudos indicam que cada edifício sustentável construído impacta uma quadra entorno do imóvel, consequentemente, o bairro com o maior número de construções sustentáveis terá um maior impacto positivo na região inteira. No mundo existem diversas construções baseada nesse modelo que acabamos de apresentar, são construções arquitetônicas e de grande potencial sustentável. O Brasil ocupa o 4º lugar no ranking mundial de construções sustentáveis certificadas e São Paulo é a cidade brasileira com o maior número dessas construções. Separamos 5 construções verdes no Brasil com certificado LEED, confira a seguir:

Primavera Office – Florianópolis SC

ARK7 Arquitetura

construção verde

 

 

 

Museu do Amanhã – Porto Maravilha RJ

Santiago Calatrava

construção verde

 

 

 

Energisa – João Pessoa PB

Arthur Marcel Brasileiro

construção verde

 

 

 

 

Centro Max Feffer – Pardinho SP

Leiko Motomura

 

construção verde

 

Shopping Parque da Cidade – São Paulo SP

Aflalo & Gasperini

construção verde

 

Entulho de obra: veja as soluções para descarte consciente

Um dos grandes problemas do ambiente urbano, segundo a Associação Brasileira para Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição (Abrecon), é o entulho gerado nos canteiros de obras. De acordo com a Associação, por ano, o nosso país produz uma média de 84 milhões de m³ de entulho. Esse problema afeta não somente empresas relacionadas ao setor, mas também a sociedade como um todo. Resíduos gerados pela construção civil causam impactos ambientais e devem ser gerenciados, monitorados e controlados. Pensando nisso, no blog de hoje vamos compartilhar algumas estratégias para reduzir o desperdício e consequentemente diminuir a geração de entulho de obra.

Os resíduos geram impactos ambientais incalculáveis em qualquer setor, no entanto, a construção civil é uma das maiores fontes de poluentes do planeta, seja pela geração de entulho, seja pela produção do concreto. Para isso, é preciso que empresas responsáveis pela obra adotem medidas e planos de gerenciamento para minimizar a produção de resíduos e orientar o descarte correto do que não for possível de reciclar.

O que é entulho de obra?

O entulho é o conjunto de destroços que contem restos de concreto, tijolos, argamassa, madeira, aço, canos de PVC, gesso, colas, tintas, vidros, plásticos, fiações elétricas e outros itens provenientes do desperdício na construção, reforma ou demolição.

Para promover a reciclagem desses resíduos e tornar a construção civil um setor mais sustentável, a ABRECON entende a importância da reciclagem desses resíduos em duas direções: social e ambiental. “A importância é social porque gera emprego e renda. Hoje mais de 4 mil pessoas são empregadas diretamente por esse mercado. E é ambiental, porque a gente consegue aumentar consideravelmente a vida útil dos aterros, poupar a geração de gás carbônico porque as usinas estão mais próximas dos grandes centros, e também o consumo de recursos naturais”, explica Hewerton Bartoli, fundador e presidente da ABRECON.

Principais classificações para descarte correto de resíduos

A resolução nº 307 de 2002 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) dispõe diretrizes, critérios e procedimentos para estabelecer a gestão e destinação correta dos resíduos da construção civil, com uma classificação de 4 categorias: A, B, C e D.

Os resíduos de classe A, são os de maior quantidade e representam de 50% a 70% de toda a massa da construção, são os tijolos, telhas, concreto e alvenaria. Esses são resíduos recicláveis ou passível de reutilização.

Os resíduos de classe B, também são recicláveis que podem servir para outros fins além da construção e representa de 10% a 20% de toda a massa da construção, são as madeiras, metal, gesso, papel e plástico.

Já os resíduos de classe C não podem ser reciclados ou recuperados pois são os resíduos para os quais não foram desenvolvidas tecnologias ou aplicações economicamente viáveis para seu descarte.

Os resíduos de classe D, são resíduos perigosos como, tintas, solventes, óleos, materiais com amianto ou outros produtos nocivos que possam contaminar ou ser prejudicial à saúde.

Em relação a legislação federal, o gerador do descarte irregular do entulho poderá ser multado de acordo com cada município.

O primeiro passo para fazer o descarte correto do entulho gerado pela obra é examinar o que pode ser reciclado ou reutilizado. Após separar os elementos, escolha a melhor opção de descarte, como: caçambas e ecopontos. Ao escolher qualquer uma das opções, é fundamental buscar por empresas licenciadas pela prefeitura da sua cidade, para que o descarte seja feito de maneira correta.

Destine o entulho à reciclagem. A reciclagem e o reaproveitamento do entulho, poupa florestas, reduz a extração de pedras em pedreiras, poupa água e ainda gera trabalho e renda. Opte pelo descarte consciente, o planeta e as futuras gerações agradecem!

Benefícios de ações sustentáveis nas empresas

A sustentabilidade é um assunto que está em pauta e vem sendo cada vez mais discutido no mundo dos negócios e na mídia. Nosso planeta está passando por mudanças aceleradas e, para cuidar do futuro das próximas gerações, é preciso que toda cadeia de produção e consumo seja repensada. Sobre isso, o blog da Nanotech vem destacar os benefícios de ações sustentáveis nas empresas.

Iniciativas sustentáveis são excelentes ações para a sua marca visto que a sustentabilidade está ligada ao desenvolvimento – desenvolvimento esse, que é resultado do crescimento da economia e que requer medidas que protejam aspectos sociais, ambientais e econômicos. De olho nisso, os negócios que pretendem realmente se destacar precisam adotar um conjunto de medidas que os tornem referência em práticas sustentáveis.

Uma organização sustentável é aquela que pensa em um sistema de gestão que combine o lucro com o bem-estar dos colaboradores e de seus consumidores, o uso consciente dos recursos naturais, além de respeitar a preservação do meio ambiente e incentivar seus funcionários a fazerem o mesmo.

benefícios de ações sustentáveis nas empresasTornar uma produção mais sustentável, otimizar processos e fazer mais com menos recursos: é assim que a busca por sustentabilidade na produção se torna uma porta de entrada para maior eficiência. Para ser efetivo nessa ação, é necessário que a organização adote atitudes éticas e práticas que estimulem o seu crescimento econômico, de modo a reduzir os danos de suas externalidades negativas. Potencializar o uso das embalagens ecológicas, significa melhorar a eficiência logística. Investir em lâmpadas de LED ou em fontes renováveis de energia é pensar em eficiência energética. Reduzir desperdícios e reaproveitar resíduos é aprimorar o rendimento produtivo. No momento em que sua marca promove ações de sustentabilidade, ela envia um sinal positivo ao seu público-alvo, criando conexões fortes e maior recomendação para novos clientes.

É possível gerar mudanças com atitudes simples no dia-a-dia, veja:

Reciclar o lixo gerado: essa ação não demanda grandes esforços e tampouco altos investimentos. Basta adotar a coleta seletiva, implantando postos de recolhimento, dessa forma, o lixo fica separado em categorias e com cores diferentes: azul: papel/papelão; vermelho: plástico; verde: vidro; amarelo: metal e marrom: resíduos orgânicos.

Reduzir o uso de descartáveis: eliminar o uso de copos ou qualquer outro tipo de plástico descartável. Cada unidade desse tipo de material leva cerca de 300 anos para se decompor, então a melhor alternativa é substituí-lo. Faça campanhas incentivando o uso de copos de vidro, canecas ou garrafinhas que podem ser lavadas e não descartadas. Dessa forma você reduz a quantidade de lixo e ainda economiza com a compra de copos descartáveis.

Uso consciente da água e da energia elétrica: o desperdício de água e energia é algo que precisa ser repensado com urgência! Comece com pequenas atitudes, como: usar lâmpadas de LED; desligar equipamentos eletrônicos ao invés de deixá-los no modo stand-by; sempre apagar a luz das salas que não estão sendo utilizadas e usar torneiras automáticas que controlam a saída de água.

Descarte correto do lixo eletrônico: para essa ação existem algumas soluções. Caso o produto esteja em boas condições considere a doação para ONGs ou pessoas que estejam precisando do aparelho. Se não for o caso, procure por empresas que façam coleta desses produtos ou ainda consulte o fabricante do produto para saber qual o melhor destino para o material. Computadores, impressoras, TVs, celulares e outros dispositivos eletrônicos contém metais pesados que são tóxicos e podem contaminar o meio ambiente. Fique atento!

Documentação eletrônica: adotar um sistema de documentação eletrônica. Sua empresa reduz o consumo de papel e economiza espaço de arquivo. Se realmente for necessário imprimir, reaproveite os papéis para rascunho e recicle o material que não tiver mais utilidade.

Esteja em dia com as leis ambientais: é fundamental que sua empresa conheça e cumpra todas as exigências da legislação ambiental. Existem normas e leis ambientais que regem diversas atividades empresariais. Estar em dia com as leis ambientais ajuda a melhorar a imagem da sua organização com clientes, fornecedores e parceiros, além de evitar possíveis prejuízos financeiros decorrentes de multas e condenações.

Ao colocar em prática iniciativas sustentáveis, sua empresa ganha colaborando com um desenvolvimento mais justo e responsável e ainda impulsiona a melhoria de diversos aspectos de seus negócios. Para o mundo corporativo, a sustentabilidade é mais que uma tendência, mas sim uma questão de sobrevivência.

 

 

Como o calor afeta a produtividade no ambiente de trabalho

A natureza está em desequilíbrio pelo aquecimento global, gerando ondas de calor, secas e tempestades cada vez mais extremas. Além de todas as questões esse desequilíbrio também afeta a economia do planeta e a produtividade. No blog de hoje vamos falar sobre como o calor afeta a produtividade no ambiente de trabalho.

As temperaturas mais altas impactam a vida de todos os seres vivos: das plantas até nós – os trabalhadores. Um estudo feito por duas universidades dos Estados Unidos, na Califórnia, relacionou as temperaturas mais altas com o quanto as lavouras produzem e com o quanto nós produzimos no trabalho. Edward Miguel, um dos pesquisadores, diz que as pessoas nos campos, nas fábricas e até aquelas que não fazem trabalho manual rendem menos quando está quente. Os cientistas usaram dados coletados durante cinquenta anos – de 1960 a 2010 – em 166 países e viram que existe uma temperatura onde a produção atinge a máxima eficiência: 13°C. À medida que a temperatura vai ficando mais baixa ou mais alta, se afastando dos 13°C, a produtividade vai diminuindo.

como o calor afeta a produtividade no ambiente de trabalhoEm ambientes muito abafados, o corpo humano precisa gastar mais energia para manter a temperatura corporal. Esse gasto de energia resulta em perda de líquidos e como resposta às condições adversas o organismo reage com transpiração, dores de cabeça, queda de pressão e sensação de cansaço e moleza. Visualizando um cenário como esse podemos perceber a produtividade no ambiente de trabalho indo embora, até porque fica difícil para o trabalhador tomar decisões e ter clareza de suas ações dentro de um ambiente desconfortável.

Se o ambiente de trabalho oferecido pela sua empresa não é o mais adequado, então é hora de reavaliar o local, pois o seu negócio pode estar perdendo dinheiro.

Uma pessoa que trabalha geralmente passa entre 6 e 8 horas do seu dia realizando atividades que exigem muito de seu metabolismo. Por isso, qualquer desequilíbrio tende a causar problemas de saúde a curto e longo prazo e ainda ocasionar a perda de produtividade.

Essa é uma questão tão importante que a legislação trabalhista fala sobre a temperatura no ambiente de trabalho: A Norma Regulamentadora 17 (NR-17) brasileira determina que, locais em que são executadas atividades intelectuais, incluindo escritórios, salas de reunião e laboratórios, devem ter temperatura entre 20 e 23 graus e a umidade do ar não deve ser inferior a 40%. A ISO 9241, norma de padronização internacional, indica temperatura entre 20 e 24 graus no verão e 23 e 26 graus no inverno, com umidade relativa do ar entre 40% e 80%. Em ambos os casos é responsabilidade do empregador assegurar que as condições climáticas sejam mantidas dentro desses padrões. Portanto, há que se buscar meios para tornar o local de trabalho mais agradável.

Para isso algumas medidas devem ser tomadas, começando pela climatização dos ambientes. Um ambiente agradável afeta diretamente a produtividade. Climatizar o ambiente ajuda o corpo a não sentir tanto os impactos do clima externo. Normalmente, o uso do ar condicionado é a solução mais comum que a maioria das pessoas encontram para solucionar o problema de climatização, porém há controvérsias. Esse tipo de climatização tem um alto gasto energético e financeiro, o equipamento também causa desconfortos e alergias em alguns. Além de não serem ecológicos, embora alguns modelos atuais estejam adotando o uso de matérias primas e sistemas que não agridem o meio ambiente. Contudo, há um gasto exorbitante gerado mensalmente por esse tipo de climatização. O que nos leva a estudar soluções que geram menos gastos.

A Nanotech trabalha com tecnologia e sustentabilidade. O Nanothermic 1 é um dos nossos produtos, um revestimento térmico refletivo que atua por reflexão à radiação solar. Com a aplicação do Nanothermic 1 é formada uma película protetora que, após a secagem, transforma o local aplicado em uma superfície termicamente refletora. Com ação repelente contra os raios solares, o produto diminui a temperatura tanto na superfície externa quanto na área interna, reduzindo em até 35% a temperatura do ambiente. Dessa forma, evita a concentração de massas de calor, contribuindo para o meio ambiente. Sua fórmula a base de água não possui componentes agressivos ao meio ambiente e é composta por esferas nanométricas de cerâmica ocas, resinas e aditivos de alta performance. O Nanothermic 1 é indicado para diversos tipos de áreas expostas aos raios solares.

Você pode encontrar o N1 em nossa loja virtual ou visitando nosso site para saber mais. Não esqueça de acessar nossas redes sociais e acompanhar nosso blog para mais matérias como esta.

A Preservação da Camada de Ozônio

No dia 16 de setembro celebramos o Dia Internacional para a Preservação da Camada de Ozônio. Esse é um marco histórico na conservação do nosso planeta, pois nessa mesma data em 1987, foi firmado o Protocolo de Montreal: um acordo internacional que visa proteger a camada de ozônio, com ações para a eliminação progressiva da produção e do consumo das substâncias que a destroem. O objetivo é conscientizar a população a respeito da importância a preservação da camada de ozônio.

O ozônio (O3) é o único gás que protege a Terra, filtrando as perigosas radiações solares ultravioletas do tipo B (UV-B). O gás compõe a atmosfera e cerca de 90% de suas moléculas se concentram na estratosfera, formando a camada de ozônio.

Em 1928, a indústria descobriu como sintetizar o CFC (clorofluorcarbono), um gás que passou a ser muito utilizado trazendo enormes facilidades para a vida moderna. Porém, quase 50 anos depois, em 1974 alguns cientistas descobriram que esses gases afetavam diretamente a camada de ozônio, deixando a Terra sem seu filtro de proteção. Mas somente em 1985, descobriu-se um buraco na zona da atmosfera, no Polo Sul, onde a camada de ozônio não existia. Por essa razão, a Assembleia Geral das Nações Unidas firmou o Protocolo de Montreal, com apoio de diversas nações, inclusive o Brasil em 1990.

De acordo com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, a perda de 1% da camada de ozônio é responsável pelo surgimento de pelo menos 50 mil novos casos de câncer de pele. O excesso de raios ultravioletas também é responsável por atacar o sistema imunológico e desencadear o envelhecimento precoce e problemas de visão. Além de atingir humanos, a radiação pode afetar todas as formas de vida, sendo importante destacar a destruição dos plânctons, que desempenham importante papel na absorção de dióxido de carbono, que é usado no processo de fotossíntese.

Emenda de Kigali

A Emenda de Kigali foi firmada em 2016 e inclui os hidrofluorcarbonos (HFCs) no que determina o Protocolo de Montreal. Os HFCs são poderosos causadores do efeito estufa, gases que aquecem o planeta até 12 mil vezes mais do que o CO₂. O principal objetivo da Emenda de Kigali é reduzir a produção e o consumo dos HFCs que são usados em equipamentos como os ares-condicionados e os refrigeradores. Além dos benefícios ao clima, a ratificação da Emenda permitirá que a indústria brasileira tenha acesso a 100 milhões de dólares a fundo perdido da ONU para atualizar as linhas de produção e aumentar a eficiência e a competitividade.

A última avaliação da Organização Meteorológica Mundial concluiu que, apesar de os danos ainda não terem sido desfeitos, a camada de ozônio vem se recuperando lentamente, com uma tendência clara de diminuição da área do buraco, sujeita a variações anuais. Há chances de até 2060, ela voltar ao patamar anterior aos anos de 1980 (a demora se deve à longa vida útil dos produtos químicos na atmosfera).

Consumo Consciente

camada de ozônioExercer o papel de consumidor consciente é fundamental na proteção da camada de ozônio. É importante estar atento à manutenção de eletrodomésticos, como geladeira e ar-condicionado, estes equipamentos emitem clorofluorcarbonos (CFC) para a atmosfera quando desregulados. A forma mais eficaz de observarmos uma mudança positiva é através da ação conjunta por parte de governos, empresas e cidadãos conscientes, tornando a preservação ambiental um hábito na sociedade.

Os produtos da Nanotech do Brasil tem selo de qualidade e sustentabilidade porque temos um compromisso com o bem estar do nosso planeta. O Nanothermic 1 é um produto revolucionário no mercado pois atua como um revestimento térmico refletivo, ou seja, ele reflete os raios solares, evitando o aquecimento da superfície em até 50%, impedindo a penetração dos raios solares, a temperatura interna diminui em até 35%. A cada 100m² pintados com N1 você deixa de emitir 10 toneladas de CO2.

Redução de CO² – O que é e porque virou foco nas empresas?

A redução de emissão de carbono na atmosfera tem sido pauta para empresas no mundo todo com o foco principal em garantir investimentos e atrair novos mercados. O dióxido de carbono (CO²) ou gás carbônico, como também é conhecido, é um composto químico gasoso que provoca desequilíbrio no efeito estufa. Seres humanos, plantas e animais liberam naturalmente esse gás para a atmosfera durante a respiração, mas o que preocupa não é a presença do dióxido de carbono na atmosfera, e sim a alta concentração em que se encontra. Por que a redução de CO² virou foco nas empresas?

redução de co2O gás CO² está presente na atmosfera e é responsável pelo efeito estufa. Anualmente inúmeras pesquisas são realizadas acerca desse tema, elas revelam um aumento constante na emissão deste poluente. Os veículos movidos a combustíveis fósseis (petróleo) são os responsáveis pela emissão desse gás, e mesmo diante disso ainda vemos um número crescente na produção de frotas de carros, dificultando ainda mais a solução dos nossos problemas climáticos. A emissão de CO² ocorre também durante as queimadas, com isso o homem consegue destruir a única forma de eliminar o gás prejudicial da atmosfera, que é através da fotossíntese. As árvores poderiam ajudar a purificar nossa atmosfera, mas são eliminadas pelo desmatamento e/ou queimadas que dão espaço às plantações e pastos para criação de gados. É unanimidade que o maior problema do Brasil com as emissões é o desmatamento.

Por que a redução de CO² virou foco nas empresas?

Fazendo parte desse meio ambiente e sabendo que suas ações geram altos impactos a níveis globais, as empresas têm o dever de se preocupar com o meio ambiente e a sociedade em seu entorno. Algumas companhias vêm empregando medidas para reduzir e compensar as emissões de gases causadores do efeito estufa, fazendo a precificação interna de carbono, descarbonizando as operações e as cadeias de valor e estabelecendo metas de neutralidade climática até 2050.

Para mais, se preocupar em diminuir a emissão de carbono é fundamental para a durabilidade dos negócios, isso porque o uso de mecanismos sustentáveis gera economia, ganho de qualidade de vida, além de causar uma imagem positiva da sua marca, o que consequentemente vai te trazer mais rentabilidade. Muitas empresas estão adotando e desenvolvendo iniciativas para reduzir a concentração de dióxido de carbono na atmosfera e a sua empresa também pode adotar essas práticas.

Se você tem interesse nesse tema e em outros do mundo sustentável, não deixe de acompanhar o nosso blog e redes sociais.

 

Tudo sobre a Semana do Meio Ambiente 2022

Todo ano, a primeira semana do mês de junho é marcada como a Semana Nacional do Meio Ambiente. E tem seu ápice no dia 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente. Confira o texto que preparamos e descubra tudo o que você precisa saber sobre as datas:

A história do Dia Mundial do Meio Ambiente

A data mundial é uma das mais importantes para a ONU (Organização das Nações Unidas) em seu calendário. Foi criada pelo PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) em 1974 com o intuito de conscientizar sobre e preservar nosso meio ambiente.

Todos os anos a data é marcada pelo acontecimento de uma Conferência das Nações Unidas voltada aos cuidados com o planeta. A sua primeira edição ocorreu em Estocolmo, designando esta data para todas as próximas que vieram após ela. Nesta edição, completam-se 50 anos de seu ocorrido.

Tema da Campanha

Este ano tem como tema de sua edição “Uma Só Terra”, usado para enfatizar a necessidade de se conviver em harmonia com a natureza, de forma sustentável e não agressiva. Promovendo assim, transformações reais à partir de políticas públicas e conscientização individual. Se cada um fizer sua parte, podemos contribuir para um mundo melhor.

Em comunicado divulgado pela ONU, foi enfatizado a importância da data, afirmando ser o principal momento para sensibilizar pessoas e promover ação ambiental pelo mundo inteiro. A celebração cresce mais a cada ano e hoje é a maior plataforma para se divulgar a agenda ambiental das Nações Unidas, levando sua mensagem à todos continentes.

O que fazer na Semana do Meio Ambiente

Durante a semana é importante enfatizar em sua empresa ou colégio a importância de pequenas ações que podem fazer total diferença para o futuro do planeta. Campanhas e concursos internos incentivando a reciclagem, coleta seletiva, cultivo de plantas e outras ações ambientais recompensando a sua equipe é uma ótima ideia para abordar o tema.

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